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arqueologiaThe Guardian — Archaeology

França restitui tambor sagrado Djidji Ayôkwé à Costa do Marfim após mais de um século

23 de março de 20262 min de leitura

Um tambor falante sagrado, o Djidji Ayôkwé, foi devolvido à Costa do Marfim pela França, após ser saqueado há mais de 100 anos por autoridades coloniais francesas. Este é um marco significativo na restituição cultural a uma ex-colônia francesa.

A França realizou uma restituição cultural de grande importância ao devolver o Djidji Ayôkwé, um tambor falante sagrado, à Costa do Marfim. O artefato, que havia sido confiscado por administradores coloniais franceses em 1916, retornou ao seu país de origem após mais de um século. A entrega oficial aos representantes marfinenses ocorreu em Paris no início do mês, após o tambor ser retirado do Museu Quai Branly – Jacques Chirac.

O retorno do Djidji Ayôkwé é um evento simbólico e prático que ressalta o crescente movimento global por restituições de artefatos culturais saqueados durante o período colonial. A peça chegou ao aeroporto de Port Bouët, nos arredores de Abidjan, na Costa do Marfim, em uma cerimônia que marcou o fim de sua longa ausência.

Este ato de restituição é um passo crucial para a Costa do Marfim na recuperação de sua herança cultural e na reparação das injustiças históricas do colonialismo. Ele também serve como um precedente para futuras negociações entre nações europeias e africanas sobre a devolução de inúmeros outros objetos de valor cultural e espiritual que ainda se encontram em museus ocidentais. A notícia foi originalmente reportada por The Guardian — Archaeology.

Fonte original:

The Guardian — Archaeology

France returns sacred talking drum looted from Côte d’Ivoire over 100 years ago

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ArqueologiaRestituiçãoCulturalCostaDoMarfimFrançaPatrimônioAfricanoColonialismo

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